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Grande Taguatinga

 

 

Usuários do Taguaparque não estão “nem aí” para a interdição

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    Desde que foi inaugurado, em 2009, o Taguaparque se tornou um grande ponto de esporte e lazer dos moradores de Taguatinga e região. Mas como ele foi construído sem a devida atenção para a rede elétrica que atravessa toda a área, três anos após inaugurado, o Taguaparque foi parcialmente interditado para se adequar à lei federal que proíbe movimento de pessoas embaixo da fiação da rede elétrica de alta tensão.
   Os fiscais da Aneel, órgão do governo que cuida dessa questão, estiveram no Taguaparque em fevereiro de 2011 e constataram o problema de segurança. Foi aberto um processo e, em abril deste ano, a direção da Aneel aplicou uma multa à CEB de R$ 2,8 milhões e determinou que a rede de alta tensão fosse substituída em 90 dias. A CEB recorreu e o prazo passou para 240 dias.


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      A obra de transferência da rede de alta tensão vai custar cerca de R$ 8 milhões, e deve durar cerca de 20 meses.
      Após a fiscalização, resolução da Aneel determinou a interdição tendo em vista “o risco que corriam os usuários”. Em maio, tapumes foram instalados no Taguaparque para interditar algumas áreas que apresentam problemas de segurança.
    Acontece que, talvez por falta de informação para os usuários, todos estão usando o parque como se estivesse tudo normal.
      Em visita ao Taguaparque, a equipe de reportagem do JORNAL SATÉLITE flagrou diversos atentados à interdição, inclusive crianças brincando dentro de uma das áreas interditadas pela Aneel (ver foto à direita).
    De acordo com a Administração Regional de Taguatinga, “as áreas interditadas foram selecionadas após um levantamento da CEB e da Aneel. São as áreas de servidão, que são as de alta tensão, que precisam ser compactadas. Para isso, é necessário uma interdição para manter a segurança de todos. Afinal, como é possível realizar reformas ou consertos elétricos sem seguir as medidas de segurança para esse tipo de obra?” – questiona.
      Mas as obras ainda não começaram e, segundo a CEB, ainda não há previsão de quando serão iniciadas.
      Que não basta colocar tapumes para garantir a segurança dos usuários do Taguaparque, o povo já sabe.
E o governador?

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