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Grande Taguatinga

 

 

Moradores de rua tomam o Centro

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QUASE todos os dias, o JORNAL SATÉLITE recebe e-mails e até ligações de leitores reclamando dos “mendigos” que estão tomando calçadas e gramados de locais públicos do centro de Taguatinga. imagem25-ed368É comum ver tais “mendigos” não só em semáforos, pedindo esmola, mas também em portas de lojas incomodando empresários e fregueses. Muitas mulheres reclamam que se sentem ameaçadas. As pessoas dão esmola com medo de sofrer um assalto ou algum ato violento. Há os que pedem dinheiro, outros roubam e ainda há aqueles que amendrontam, principalmente as crianças, fazendo gestos obscenos, parecendo estar sob efeito de drogas. Na falta de providências, os “mendigos” estão cada vez mais atrevidos e fazem das ruas de Taguatinga as suas casas.

Flagramos alguns
moradores de rua dormindo no gramado e até debaixo de uma barraquinha que eles próprios montaram ao lado da EIT, na Comercial Norte, a alguns metros da Administração Regional. E há uma recorrência, no caso: a população reclama, a PM age, os “mendigos” somem.imagem26-ed368 Saem os PMs, os “mendigos” voltam para os mesmos lugares... Assim, é preciso que o GDF tome uma atitude mais efi ciente para tirar esses moradores das ruas e dar a eles uma condição de vida mais favorável, evitando que incomodem tanto os taguatinguenses. Em países como Inglaterra e Canadá, as recuperações de mendigos ocorrem em quase 100% dos casos. Aqui, sem providências consequentes e continuadas, a situação fica cada vez pior. Até quando?imagem27-ed368

 

PRA VOCÊ RIR DE NOVO


UM SUJEITO SOLIDÁRIO

Certo dia um sujeito entra num bar e pede uma cerveja e dois copos. O garçom serve a cerveja em dois copos, na certeza de que chegaria outra pessoa.imagem28-ed368 O sujeito toma a cerveja vagarosamente dos dois copos e, diante da curiosidade dos presentes, paga a cerveja e vai embora. No dia seguinte, a mesma cena se repete. No outro dia, a mesma coisa. O garçom tomado pela curiosidade, resolve então perguntar o porquê daquele costume e recebe
a explicação de que fazia aquilo em homenagem a um amigo, companheiro inseparável da cervejinha diária, que estava gravemente enfermo. Dias depois, o sujeito volta ao bar, pede a cerveja, mas enfatiza que quer somente um copo. Tocado pela emoção, o garçom coloca a cerveja sobre a mesa e se solidariza com o cliente, certo de que o amigo dele tivesse morrido, ao que o solitário bebedor responde: – Não, não. Meu amigo não morreu! Eu é que deixei de beber...

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